A História das Máquinas de Café Expresso

história das máquinas de café expresso

É sempre interessante conhecer o passado, por isso vamos entender um pouco da história das máquinas de café expresso, e ver a base que levou ao desenvolvimento das máquinas modernas, como as fornecidas pela Solution.

Original da África, o mundo inteiro passou a conhecer essa bebida, e o seu sabor, junto com o poder da cafeína, conquistou todo o globo. Porém, o preparo da nossa querida bebida ainda era manual, por isso grandes inventores trabalharam para criar um jeito mais prático de consumo.

Origens Italianas das Máquinas de Café Expresso

Dizem, que a planta do café é nativa da Etiópia, mas a história das máquinas de café expresso começa na Itália. Tudo começou com Angelo Moriondo, que cansado de fazer os clientes esperarem pelo preparo da bebida, criou a primeira máquina de café expresso. Sua criação utilizava a pressão do vapor para produzir a bebida. Com isso, Moriondo patenteou a sua criação em 1884, mas ela não se espalhou muito, e ele as deixou apenas em seus bares, e nem a levou ao comércio.

Em 1901, Luigi Bezerra idealizou e patenteou uma versão melhorada da máquina. Ela conseguia produzir apenas um copo de cada vez, na medida certa e sem desperdícios, ao contrário da criação de Moriondo que servia uma grande quantidade.

Após tanta falha em botar esse produto para rodar no mercado, alguém teria que realizar esse feito, com isso chegamos em Desidério Pavoni, que comprou a patente de Bezzera em 1903, e fabricou a primeira máquina posta em comércio, assim elas finalmente começaram a se espalhar pela Itália. Além disso, Pavoni deu o nome do café resultante desse processo, batizando-o de “expresso”.

Mais passos dados em direção às Máquinas de Café Modernas

Achille Gaggia foi mais um inovador italiano. Ele criou máquinas que utilizavam pistões controlados por alavanca, deste modo os baristas aplicavam pressões maiores, de 900 a 1000 kPa. Como resultado, um líquido mais cremoso e mais próximo do expresso que tomamos atualmente. Sua máquina também foi a primeira a deixar de usar vapor.

Logo após isso, chegou a Faema E61, que modernizou em tirar as grandes alavancas e os pistões em sua operação, utilizando no lugar bombas com motor que automatizam o processo, e a partir de então não era mais necessário a força manual dos baristas. Mais um passo dado em direção às máquinas de hoje.

A história nos mostra a jornada até as máquinas atuais. Se não fosse por esses inventores, não seria possível degustar um delicioso café, como os produzidos por nossas máquinas.

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